Nova Iguaçu receberá R$ 49 milhões para obras de prevenção a alagamentos

O prefeito Dudu Reina destacou que o projeto de macrodrenagem inclui a construção de caixas de retardo projetadas para armazenar água da chuva e evitar alagamentos

A cidade de Nova Iguaçu foi contemplada com R$ 49 milhões em recursos do governo federal para obras de macrodrenagem voltadas à prevenção de alagamentos e deslizamentos. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (18/09), em Brasília, durante a apresentação de uma nova etapa do PAC Seleções, programa de investimentos em infraestrutura.

O prefeito Dudu Reina esteve presente na cerimônia e comemorou a conquista. Desde o início de seu mandato, ele e sua equipe técnica têm trabalhado em alternativas para minimizar os impactos das fortes chuvas que frequentemente afetam a cidade. Uma das principais soluções apresentadas foi a construção de caixas de retardo, os chamados “piscinões”, com o objetivo de armazenar temporariamente grandes volumes de água da chuva e evitar alagamentos.

O projeto aprovado prevê a instalação dessas estruturas ao longo da Via Light, com destaque para a construção do maior piscinão sob o viaduto Dom Adriano Hipólito, ponto historicamente crítico em períodos de chuva intensa.

“Esse investimento não resolve todos os problemas causados pelas chuvas, mas é um passo muito importante para reduzir os impactos e proteger melhor quem vive nas áreas que mais sofrem com alagamentos. Quero agradecer ao secretário nacional de Saneamento Ambiental, Leonardo Picciani, pela parceria e orientação, e aos deputados federais Juninho do Pneu e Doutor Luizinho, que seguem somando forças com a gente em Brasília.Agora é acelerar a licitação para que as obras comecem o quanto antes “, destacou Dudu Reina.

A verba faz parte do PAC Seleções, um braço do novo Programa de Aceleração do Crescimento, que prioriza projetos com foco em infraestrutura urbana, segurança hídrica e prevenção de desastres naturais. O investimento representa um alívio para milhares de moradores de Nova Iguaçu que convivem com enchentes recorrentes.

Por Michelle Almeida

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