Pela terceira vez, Marcelo Dino (PL) conquista uma das 71 vagas da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) com 57.982 votos. Morador de Caxias e evangélico, Marcelo reuniu a família, apoiadores e servidores no Monte do Pilar, bairro onde mora, para acompanhar a apuração na noite de domingo (4). De lá, comemorou a vitória com uma carreata, às lágrimas ao lado da esposa e da mãe.
Ao microfone, Marcelo Dino reafirmou seu compromisso com o RJ e homenageou sua origem política, o bairro do Pilar como as demais bandeiras: segurança pública, famílias atípicas, causa animal, contra a taxa do turismo em Angra dos Reis, entre outras.
“É por isso, que eu nunca vou abandonar o Pilar, o lugar que me deu a primeira cadeira, quando disputei para vereador. Hoje celebro no Monte (do Pilar), lugar sagrado de onde saio vitorioso mais uma vez. Caxias é a minha casa, hoje estamos em festa”, discursou.
Reeleito, Dino ganhou apoio do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e foi anfitrião da carreata no Centro que recebeu o filho mais velho de Jair Bolsonaro em agosto.

O deputado é o único mandatário bolsonarista de Caxias a pedir votos à dupla Douglas Ruas e Fernanda Louback, ambos do PL, que disputam o segundo turno contra Eduardo Paes (PSD) e Jane Reis (MDB) como também divulgou massivamente as candidaturas dos senadores eleitos pelo PL: Carlos Portinho e Carlos Jordy.
Marcelo Dino preside o diretório do Partido Liberal no município e disputou as eleições com o número do telefone da Polícia Militar nas urnas: 22.190, em homenagem à trajetória como soldado da corporação. O ‘praça’ terá como colega de bancada o ex-secretário da PM, Coronel Menezes (PL), que pode voltar ao Executivo dependendo dos eleitos no segundo turno e com quem tem boa relação.
No último sábado (3), a pesquisa Prelab apontou Marcelo Dino em 21º lugar no ranking de candidatos a deputados estaduais mais citados e a Vetor Arrow já apontava como eleito na boca de urna.
Na Alerj, Dino coordena a Frente Parlamentar de Acompanhamento das Ações de Retomada dos Territórios, que fiscaliza comunidades dominadas pelo tráfico, sendo autor de várias denúncias de barricadas, venda de entorpecentes, bailes funks clandestinos e até de um cais improvisado para a fuga de bandidos na Favela do Pantanal, em Duque de Caxias.
Marcelo ainda preside a Comissão de Defesa e Proteção dos Animais na Assembleia, responsável por mais de 500 resgates de animais (domésticos, silvestres e de médio porte como caprinos), além de prender vários acusados de maus tratos e venda ilegal. Na Comissão de Meio Ambiente, que também é membro, luta contra a Taxa de Turismo Sustentável (TTS) em Angra na Justiça e no Tribunal de Contas do Estado como também pelas comunidades do Caiçaras e Sabiá, de Arraial do Cabo, entre outras.