Vereador Igor Porto homenageia os 40 anos da Casa do Menor São Miguel Arcanjo em Sessão Solene na CMNI

A Câmara Municipal de Nova Iguaçu realizou, no último dia 21 de maio, uma Sessão Solene em homenagem aos 40 anos de fundação da Casa do Menor São Miguel Arcanjo, projeto social criado em Miguel Couto, em Nova Iguaçu, pelo padre italiano Renato Chiera, e que hoje ultrapassa fronteiras, com atuação em quatro estados brasileiros e em dois países africanos.

A solenidade foi proposta pelo vereador Igor Porto e reuniu autoridades, representantes da instituição, ex-alunos, voluntários e convidados emocionados com a trajetória da entidade, reconhecida pelo trabalho social desenvolvido junto a crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade.

Durante seu discurso, o vereador destacou a importância da Casa do Menor para Nova Iguaçu e para milhares de vidas transformadas ao longo dessas quatro décadas. “Celebrar os 40 anos da Casa do Menor é reconhecer uma história de amor, acolhimento e transformação social. O trabalho iniciado pelo padre Renato Chiera em Miguel Couto se tornou referência dentro e fora do Brasil. Essa homenagem é uma forma de agradecer por tudo o que a instituição representa para nossa cidade”, afirmou Igor Porto.

Emocionado, o fundador da instituição, padre Renato Chiera, relembrou o início do projeto e ressaltou a missão de promover dignidade e esperança. “Quando começamos, tínhamos apenas fé, coragem e vontade de ajudar nossas crianças e jovens. Ver esse trabalho crescer e alcançar outros estados e até países africanos é motivo de muita gratidão. A Casa do Menor nasceu do amor ao próximo e continuará cumprindo sua missão enquanto houver necessidade”, declarou o sacerdote.

A programação da Sessão Solene também contou com a entrega da Medalha de Mérito Comendador Soares ao padre Renato, maior honraria da Câmara de Nova Iguaçu, e Moções de Congratulações de Aplausos a toda direção da Casa. Uma apresentação do grupo de dança da instituição encantou o público presente no plenário. A performance foi marcada por coreografias que retrataram a superação, a esperança e a importância da arte como ferramenta de inclusão social.

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